Mais de 37 mil pensionistas serão submetidos à prova de vida
Redação
14 de mar. de 2023
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Pelo menos 37.023 pensionistas serão submetidos à prova de vida pelo Instituto Nacional Segurança Social (INSS), na cidade de Maputo.
Segundo o Secretário de Estado da Cidade de Maputo, Vicente Joaquim, que falava no âmbito do lançamento da campanha, do o número abrangido, 18.015 corresponde a pensionistas por velhice, 559 por invalidez e 18.449 são pensionistas de sobrevivência.A fonte assegurou, igualmente, que a prova de vida, que decorre até 16 de junho, vai se realizar simultaneamente nas delegações províncias e distritais, nas representações distritais e postos de atendimento.“Os pensionistas com dificuldades de locomoção serão atendidos em suas casas, através de brigadas constituídas por técnicos devidamente identificados do INSS”, disse.“Para os pensionistas residentes no estrangeiro, a prova anual de vida será feita mediante a apresentação de um certificado de vida e/ou atestado de residência emitido pelos serviços consulares de Moçambique”, acrescentou.Samuel Maulele, representante da Comissão de Pensionistas da Cidade de Maputo, observou que a possibilidade de realização de prova de vida ao domicílio facilitou, de certa forma, a vida dos pensionistas que, por motivos de saúde, não conseguiam se deslocar.“O processo de informatização aliviou a situação penosa que nós, pensionistas do INSS, e demais utentes passávamos nas longas filas para tratar assuntos ligados ao INSS e, principalmente, para receber as nossas pensões. Hoje, com a informatização, o pensionista recebe as suas pensões em qualquer banco e em qualquer hora”, enalteceu.A delegada do INSS ao nível da cidade de Maputo, Hortência Banze, explicou que o número de pensionistas que serão abrangidos este ano representa um incremento de cerca de 15 por cento, quando comparado com o ano passado.“Nós temos uma situação em que os números de pensionistas são dinâmicos. Os eventos da própria vida acabam trazendo essa dinâmica, porque, enquanto uns entram para a situação de pensionistas, infelizmente, outros morrem”, acrescentou.
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